Inteligência financeira: não dá para viver sem ela

Publicado em por Amandina Morbeck em Finanças

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Depois que comecei a aprender sobre inteligência financeira – e sobre finanças pessoais – minha vida virou de cabeça para baixo de uma forma muito positiva. Deixei de ser uma pessoa sem direção, gastando mais do que ganhava, para me transformar numa poupadora e investidora. Embora isso (ainda) não signifique que eu tenha valores consideráveis investidos, as mudanças que promovi em relação a ganhos e gastos já começam a dar resultados.

Para qualquer mudança é necessário se comprometer e ter responsabilidade pessoal, não tem jeito. Mas depois que analisei com seriedade a realidade na qual vivia, resultante quase totalmente de escolhas passadas, não pude deixar de sentir um desejo enorme de construir outra história para presente e futuro melhores a partir de novas escolhas, mais conscientes e com mais direcionamento em relação às finanças.

E o que é inteligência financeira?

Nas palavras de Fernando Agra, professor de economia na Universidade Salgado de Oliveira em Juiz de Fora, é “saber utilizar o dinheiro de maneira equilibrada e que traga qualidade de vida […] É atender aos desejos, mas atender primeiro às necessidades, organizar receitas e despesas e fazer o dinheiro trabalhar para o investidor. Para isso, é preciso gastar menos e começar a poupar”.

Ter inteligência financeira é ter respeito pelo esforço pessoal e familiar para ganhar dinheiro, de forma que os gasto seja feitos de forma planejada, assim como o investimento para adquirir bens e para conquistar mais tranquilidade hoje e no futuro, de olho na independência financeira. Para tornar-se financeiramente inteligente é preciso, primeiro, tomar a decisão de construir uma história diferente. A partir daí, educar-se no assunto, pois há muitos materiais disponíveis em forma de livros, e-books e cursos, treinamentos e palestras presenciais e on-line.

O mais legal de tudo é que inteligência financeira não depende de quanto temos em nossa conta-corrente ou quanto ganhamos por mês. Afinal, há pessoas que ganham muito e estão endividadas e outras que ganham bem menos e conseguem poupar e conquistar seus objetivos.

Planejamento e orçamento equilibrado

Com planejamento bem feito, orçamento equilibrado e determinação é possível alcançar objetivos futuros, como construir patrimônio e reservas para diferentes momentos da vida, realizar sonhos e aposentar-se em melhores condições – muitas vezes bem mais cedo do que o determinado pela sociedade e sem depender da previdência oficial.

Em outro post, falaremos sobre o que é independência financeira.

E aí, como está sua vida financeira? Você se considera uma pessoa financeiramente inteligente? Deixe seu comentário. 🙂


 

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